Apodera-se de mim,
O vazio.
A memória das figuras monotonas
Da minha mente.
Tornam-se cada vez mais desfocadas
Cada vez mais imcompreensiveis
Identificando-se cada vez mais
Com a multidão de ditas pessoas
Que se limitam a vaguear
A vaguear por entre o escuro
Por entre o vazio.
Dos seus corações apodera-se o frio
Das suas almas, a tristeza.
E do olhar ?
O que é feito do olhar terno
Que se erguia
No olhar daqueles pobres de espirito,
Daqueles que em vida, ainda acreditam.
Desse olhar, nada é feito.
Pois tudo que é feito é desfeito
Por algo que já feito foi, mas que
Desfeito se tornou
Por algo monótono.
Pelas figuras monotonas
Da minha vazio e monotona mente
Desfeita .
4 comentários:
Adorei! (:
Obrigada pelo seu comentário ao meu perfil, também!
Pelo que vi, somos da mesma cidade, temos uma mesma idade, partilhamos um mesmo gosto pela escreita. Adorei esse pequeno grande desabafo [assim chamo ao poema] o mesmo te digo, continua assim. Felicidades e Beijinhos ^^
*escrita
foste tu que escreves-te o.o ?
é que está MESMO Giro *.*
Amo-te «3
mais uma vez te digo, adorei : )
voltei a ler.
e acho que adorei ainda mais agora, porque encontrei ainda mais sensações, mais coisas que da outra vez acho que não encontrei.
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